ContratosEnviar proposta comercial para assinatura: passo a passo
Envie a proposta comercial por e-mail, SMS ou WhatsApp. O cliente aprova e assina no celular, sem aplicativo e sem conta. Veja o passo a passo.

Se o seu contrato cita PIS e Cofins no preço, no repasse ou no reajuste, ele não se ajusta sozinho quando essas contribuições deixam de existir em 2027. O que você faz é revisar os contratos que passam de 2026, levar as cláusulas ao seu contador ou advogado e combinar o ajuste com a outra parte. O cuidado principal é não decidir sozinho: num contrato privado, a mudança segue o que está escrito e é combinada entre as partes. O próximo passo é registrar o que foi combinado num aditivo assinado por todos.
Este texto é para quem tem contratos recorrentes com clientes ou fornecedores, como prestação de serviços, locação ou assistência técnica, e encontra neles alguma menção a PIS e Cofins. Segundo a Lei Complementar 214/2025 (art. 542), a legislação dessas contribuições é revogada a partir de 1º de janeiro de 2027, e a CBS passa a ser cobrada no lugar delas. O contrato assinado antes disso continua com o texto antigo, e daí vêm as dúvidas mais comuns:
Uma cláusula que cita um tributo extinto continua no papel, mas a base que ela usava para formar o preço muda. Cada parte pode ler essa cláusula de um jeito, e a divergência pode aparecer na hora de faturar. A menção costuma estar nestes lugares:
Procure também nas propostas e tabelas anexas ao contrato, porque o preço às vezes vem aberto nelas. Para rever o que mais costuma constar nesse tipo de documento, veja o que não pode faltar num contrato de prestação de serviços.
Os passos abaixo servem para chegar ao profissional com tudo separado e para fechar o ajuste sem correria no fim do ano.
Cada redação leva a uma conversa diferente com o profissional que orienta você. A tabela compara os casos mais comuns e mostra a pergunta que vale levar para a reunião.
| Tipo de cláusula | Exemplo de redação | O que perguntar ao contador |
|---|---|---|
| Tributos inclusos | “O preço já inclui PIS, Cofins e demais tributos.” | O preço precisa ser recalculado com a nova tributação? |
| Repasse destacado | “Serão acrescidos ao preço o PIS e a Cofins incidentes.” | O que passa a ser repassado e como fica a nota? |
| Reajuste ligado a tributo | “O valor será reajustado conforme a variação de PIS e Cofins.” | A fórmula continua funcionando sem esses tributos? |
| Alteração tributária genérica | “Mudanças na carga tributária serão repassadas ao preço.” | A cláusula já cobre a mudança ou exige negociação? |
| Contrato que não cita tributo | Preço fechado, sem menção a impostos. | Há algo a ajustar ou o contrato segue como está? |
A tabela não traz conclusão porque a resposta depende do texto completo do contrato e da situação de cada empresa. A coluna da direita serve para você chegar à reunião com a dúvida já formulada.
Para contratos privados, não. A Lei Complementar 214/2025 tem um regime de reequilíbrio de contratos nos artigos 373 a 377, e o quadro mostra quem ele alcança e quem fica de fora.
Contratos alcançados pelo regime de reequilíbrio
Contratos privados
Essa é a resposta para as duas primeiras perguntas do começo. O contrato privado não muda sozinho, e quem decide o ajuste são as partes, com a orientação do contador ou do advogado de cada uma.
Este conteúdo é informativo e não substitui a orientação desses profissionais. As regras da reforma ainda estão sendo regulamentadas, então confira o texto compilado da Lei Complementar 214/2025 antes de fechar o ajuste.
Nem sempre. Quando o que muda são uma ou mais cláusulas, o ajuste costuma ser registrado num aditivo, que diz o que muda e mantém o restante do contrato como está. A decisão sobre o formato é das partes, com o profissional que orienta cada uma, e é ele quem diz se o caso pede um contrato novo.
Essa é a resposta para a terceira pergunta do começo. Para entender o documento em si e o que ele deve conter, veja quando fazer um aditivo contratual.
Com o texto combinado, os passos abaixo servem para mandar o aditivo pela ClickDocs e chegar ao PDF assinado por todas as partes.
Cada pessoa assina quando abre o link, sem esperar a outra, e o histórico registra data e hora, IP e dispositivo de cada signatário, além da localização quando a pessoa permite no navegador. Para ver como funciona com mais de duas partes, leia como colher a assinatura de várias pessoas.
Enquanto as partes assinam, a tela mostra em que ponto o aditivo está. O quadro reúne as situações que ele pode ter e o que cada uma quer dizer.
Se você também vai atualizar o seu modelo de contrato, como prevê o último passo da revisão, o passo a passo está no artigo da central de ajuda sobre como funcionam os modelos de documento. Mudar o modelo não altera os documentos já gerados a partir dele, então os contratos antigos ficam como foram assinados.
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Comece a assinar sem papel
Envie o primeiro documento e veja como fica para quem assina.
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